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irmão lúcia



Sexta-feira, 28.02.14

Ruca descobriu que a eurodeputada do pcp votou contra a condenação da utilização de drones para execuções sumárias.

só pode ser uma groupie da amazon.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Pedro Vieira às 12:25


3 comentários

De bom eu cá nã descobri nada a 28.02.2014 às 17:52

Mas há diferenças entre esta merda de regime e o regime de 73

1º O pessoal que ia meter o Totobola depois de comer no tasco ou se era da câmara ou das finanças num dos três restaurantes de 2ª categoria que havia nesta baixa de Cetobriga, dava uma esmolinha de 2 tostões ou de tostão
ou se era funcionário esportulava cinco tostões ou um escudo, mesmo os mais miseráveis davam qualquer coisa a quem pedia, davam um naco meio comido de pão, uma beata de cigarro já quase no filtro ou meia cervejola se se estava no verão ou um gelado meio comido.....
O menino jogava o jesuita ou o caracol de frutas cristalizadas para o chão, a mamã apanhava limpava e dava a um pobre...uma vez uma senhora deu-me uma daquelas pirâmides de chocolate que a filhinha nã queria...em 1970 ache....era um puto muito piolhoso que nós ciguenos nã nos lavávamos muite

Enfim havia uma solidariedade muito ranhosa mas havia
e nos anos 80 idem e nos anos 90 apesar do desemprego galopante e da impotência do pessoal contra a corrupção inda se dava qualquer coisinha à desgraça

nos anos primeiros do século XXI até importámos pedintes de toda a europa e da américa latina tal era a escassez de pedintes no deserto da margem sul

Mas a indiferença dos poderes instituídos já era grande perante os miseráveis nacionais, de 2001 a 2008 a margem sul encheu-se de desempregados permanentes que começavam a snifar cola na escola e passavam à metadona e às doses de cavalo e de crack para passarem o desemprego melhor

Mas a miséria dos desempregados que servem agora de outdoors giratórios dos partidos políticos que mendigam o nosso voto é atroz...são como bébés desamparados de 50 ou 60 anos são clientes giratórios do SNS onde há anos lhes passam receitas para viagens a congressos ou para uma caneta que tem nome de anti-inflamatório

e hoje um desses desgraçados girava entre duas ruas onde se compram raspadinhas no coração político deste ninho de ratos e o pessoal dos partidos que têm assento na câmara e acho que são três pelo menos havia dos três partidos naquele rebotalho de gente

Passaram por dois gajos esqueléticos e miseráveis, um dos quais servia de saco de pancadas no lyceu onde esses cabrões andaram e um desses cabrões vira-se pró outro e diz ....com gajos destes aqui na rua estamos a perder carradas de votos pra vocês

e os quatro cabrões bem vestidos e bem alimentados riem-se da piada

logo nã há nada a descobrir
somos todos uns pulhas alguns assumem-se mais
e outros menos

nã sey se pecebeste mas também te incluo na classe
se vieres comer choco frito passa pela casa da sorte....tamém temos uma cá e dá qualquer coisinha aos gajos que perderam a raspadinha da vida ...tá....
alerta está----

De job ...lázaro é este puto a 01.03.2014 às 20:08

dissabte, 1 març de 2014
BULHÃO PATO COM AMÊIJOAS E LÁZARO CÔNSUL COM MEMÓRIAS POUCO FRESCAS
JAMAIS TE PROVOQUEI.PELO CONTRÁRIO UM DIA
DEI-TE COM O MEU VOTO ACESSO À ACADEMIA
TU PAGASTE-LHE BEM!DAS TERRAS DO EXTRANGEIRO
INSULTASTE-A EM MALTEZ , VISCOSO ZOMBETEIRO
TUDO É MESQUINHO E VIL NO MEU TORRÃO NATAL!
ASSIM O DIZES TU, CONSUL DE PORTUGAL!
Bolhão Pato por Rafael Bordallo Pinheiro
Bulhão Pato, por Rafael Bordallo Pinheiro

“ Rodrigo da Fonseca Magalhães tomara conta da derrota política e seria cabido o equívoco, se derrota quisesse dizer – desbarato! O velho estadista, a meu ver, foi fatal! António Maria de Fontes Pereira de Melo manobrava ao catavento.
Moço, resoluto, ambicioso de glória e de mando; de inconcussa probidade; parlamentar eminente; insinuante nas maneiras e na figura. Um pouco mais alto que o vulgar entre nós; delgado, sadio, ativo, vontade decidida e tenaz; olhar penetrante; sempre no seu posto; sem perder jamais o aprumo e guardando restritamente as chamadas conveniências.
Apurado no trajo, acompanhando as frases cintilantes e espontâneas com o jogo da fisionomia e o gesto expressivo. Previdente. Assimilando todas as ideias que lhe pareciam úteis, e esse era o seu principal talento; confiando em si, mas conhecendo-se – não quis nunca rever um discurso; sabia que lhe faltava colorido e cunho literário. Imperativo, conquanto extremamente cortês.
Não aprecio, particularizando, os seus atos; avalio-lhe a inteligência e os dotes como homem. Tinha ânimo elevado, coração largo; nem sempre de inveja; nada de mesquinho na sua organização. Adorava a família; as nuvens políticas desfaziam-se, como ele dizia, assim que entrava no lar, onde era a afabilidade viva.
Estudou de mais o breviário de Rodrigo da Fonseca Magalhães. Tinha cegueira por aquele homem: foi o seu erro capital.
Recebeu ingratidões nefandas; nunca se vingou! Teve na vida torrentes de luz, durante mais de trinta anos, em que foi o arconte da política portuguesa; nenhuma sombra na morte, que o tomou nos braços, onde adormeceu sem contrações de agonia.
Para os que o choraram – foram muitos e eu fui um deles – morreu cedo; para a posteridade e para a glória, morreu tarde.
Já não tinha pulso com que pudesse dominar a corrente dos novos, que lhe haviam tomado as lições, que ele tivera do outro – do Raposa Começara a senti-lo amargamente, quando baqueou! E contudo, e apesar de tudo baqueou um grande homem!
Eu fiz-lhe um epitáfio, na época em que tratavam de levantar-lhe um monumento. É este:
Lutou, de aurora à noite, audaz sereno e forte;
E sorria, ao brandir a espada rutilante!
Ninguém teve mais luz no labutar constante;
Menos sombras ninguém, quando chegou a morte! “
As «Memórias» de Bulhão Pato (3 volumes, Typ. da Academia Real das Sciencias, 1894-1907) são de apetecível leitura, para quem queira conhecer o ambiente cultural e as principais figuras públicas da segunda metade do século XIX. É um reportório circunstanciado, escrito em bom português, de um memorialista que, muito mais do que poeta romântico, é hoje uma testemunha privilegiada que merece leitura atenta.
NOS MEIOS LITERATOSRaimundo António de Bulhão Pato nasceu em Bilbau e morreu no Monte da Caparica (1829-1912), viveu a sua infância no país basco sob os efeitos dramáticos da guerra civil. Em 1837, a família veio para Portugal, cansada das agruras da instabilidade espanhola, e em 1845 o jovem inscreveu-se na Escola Politécnica, frequentando, desde muito cedo os meios literários, onde conheceu Herculano, Garrett, Andrade Corvo, Latino Coelho, Mendes Leal, Rebelo da Silva e Gomes de Amorim. Com Herculano estabeleceu uma relação muito especial e intensa bem patente nas suas recordações, através das quais conhecemos muitos pormenores biográficos do historiador. Como poeta cultivou a influência romântica. A sua primeira obra é de 1850 («Poesias»), tendo publicado em 1866 a muito celebrada «Paquita» (depois de ter dado à estampa «Versos», em 1862). Herculano era generoso, mas económico. Comprado Vale de Lobos, aplicou todos os rendimentos ao custeio da propriedade rural e à edificação da casa» (…) «Azeite de prato, como é notório, era coisa que não se conhecia em Portugal. Foi Herculano quem deu a iniciativa fabricando o precioso azeite de Vale de Lobos». Bulhão Pato ensina-nos

De en sina nós a 01.03.2014 às 20:15

a pátria e instituidor da liberdade. «Os invejosos mordazes até inventaram que A.H. era homem áspero e brutal no trato. Não conheci ninguém mais sincero, mais simples e ao mesmo tempo mais amorável e sem afetação, delicado». E lembramo-nos do episódio de Tomás d’Alencar de «Os Maias», considerado por alguns a caricatura de B. Pato. Eça encarregar-se-ia, de desfazer o equívoco. «E visto que nada agora pode justificar a permanência do sr. Bulhão Pato no interior do sr. Tomás d’Alencar, causando-lhe manifesto desconforto e empaturramento – o meu intuito final com esta carta é apelar para a conhecida cortesia do autor da Sátira, a rogar-lhe o obséquio extremo de se retirar de dentro do meu personagem». E cabe uma derradeira nota, gastronómica. Bulhão Pato aparece associado às amêijoas que não são suas, mas uma homenagem do grande João da Matta. As suas receitas são de caça, que servia principescamente na casa do Monte da Caparica. Paulo Plantier («O Cozinheiro dos Cozinheiros») dá-nos o menu coevo: Açorda à Andaluza (com azeite Herculano), Perdizes à Castelhana, Arroz opulento e Lebre (essa sim) à Bulhão Pato.

Guilherme d'Oliveira Martins

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