Quarta-feira, 26.05.10
Dois jovens garantem que foram espancados, na madrugada desta terça-feira, no Bairro Alto, em Lisboa, por vários polícias, tendo sido uma das vítimas obrigada a uma intervenção cirúrgica ao maxilar.
Vasco Dias, 19 anos, e Laura Diogo, 18 anos, encontravam-se perto do Largo Camões quando a jovem começou a fazer «percussão» num caixote do lixo. «Um indivíduo à civil, que não se identificou, começou a mandar-me calar em tom agressivo e a chamar-me nomes. Até me deu um estalo», contou Laura ao tvi24.pt.
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por Pedro Vieira às 09:56
8 comentários
De David a 26.05.2010 às 22:06
Eh, pá! Já ninguém se lembra da Laura das Doce para perceber a piada. De qualquer forma, está bem esgalhada.
Ai não que não lembra. O meu paizinho e os da idade dele, ainda hoje não se esqueceram.
Muito obrigada ao David. É curioso como passei o dia a matutar em todas as combinações fonéticas do nome que poderiam dar origem a algum trocadilho e nem me passou pela cabeça que essa tal de Laura Diogo fosse a celebridade que deu origem a um dos mitos da geração de 80...
De Pedro Vieira a 26.05.2010 às 23:41
assim é que é bonito, o bloguer lança o barro à parede e o comentador enquadra. depois outros cimentam.
Ora pois é. Bonito mesmo. Temos a bíblia e depois vamos aos comentários dos exegetas culturais ver qual foi a sua leitura do texto sagrado. No decurso deste processo, por vezes o menos importante de tudo é o sentido original...
De LAM a 27.05.2010 às 00:13
assim mesmo Vieira, obriga-os a ir à net, ao google e à página da Ana Malhoa para eles saberem o que custa frequentar um blog entelectual de coltura e merdas adjacentes.
De catarina a 27.05.2010 às 17:49
somos uns doces
pois é, a poluição sonora agora dá direito a maxilares partidos, se calhar a piada é que a PSP devia intervir à paulada no imaginário musical dos portugueses e, então, talvez as doces nos tivessem voado do pensamento. acrescento que temos a polícia que merecemos, brutos, porcos e maus, a soprarem-nos ameaças ao ouvido, porque nós nunca fazemos barulho, somos uns docinhos
Sempre às ordens, cavalheiro Pedro.