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irmão lúcia



Terça-feira, 30.10.07

caçada big five


We train young men to drop fire on people. But their commanders won't allow them to write "fuck" on their airplanes because it's obscene.


- Je viens pour l’annonce
- Quel annonce?
- L’annonce au journal
- Quel journal?
- Les Temps dificiles
- Ah.


Première absurdité : tuer qui nous engendre c'est, purement et simplement, nier la vie. Seconde absurdité : tuer qui par son amour et son autorité nous élève, c'est nier notre propre histoire. La principale source de l'absurdité est l'ignorance. La principale source de la violence, la perte de notre langue.

- In the East, the Far East, when a person is sentenced to death, they're sent to a place where they can't escape, never knowing when an executioner may step up behind them, and fire a bullet into the back of their head.
- What's going on?
- It's been a pleasure talking to you.




The way your dad looked at it, this watch was your birthright. He'd be damned if any slope's gonna put their greasy yellow hands on his boy's birthright. So, he hid it, in one place he knew he could hide something: his ass. Five long years he wore this watch . . . up his ass.


fui desafiado pelo hugo a revelar as minhas cinco películas. eis o veredicto. endosso o desafio não a cinco mas a três vítimas. ao , ao chico e à rita . se lhes aprouver.

ah, e já agora ao salafrário do cenas obscenas que passa a vida a chular-me os talentos.

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por Pedro Vieira às 00:44

Terça-feira, 30.10.07

...

houve aqui um post que relacionava vaticano, franquistas e o beato salu. saíu tão desinspirado que se transformou nesta boutade pós-modernista. e será a primeira vez que aqui se escreve boutade. sem gargalhar.

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por Pedro Vieira às 00:19

Terça-feira, 30.10.07

...

houve aqui um post que relacionava vaticano, franquistas e o beato salu. saíu tão desinspirado que se transformou nesta boutade pós-modernista. e será a primeira vez que aqui se escreve boutade. sem gargalhar.

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por Pedro Vieira às 00:19

Segunda-feira, 29.10.07

we don't live in the same planet anymore

a páginas tantas, durante o magazine de ontem, ricardo araújo pereira glosou um português em dificuldades como alguém com um salário de 900 euros. e esse foi o momento que me deu mais vontade de rir até ao genérico final.

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por Pedro Vieira às 23:52

Segunda-feira, 29.10.07

we don't live in the same planet anymore

a páginas tantas, durante o magazine de ontem, ricardo araújo pereira glosou um português em dificuldades como alguém com um salário de 900 euros. e esse foi o momento que me deu mais vontade de rir até ao genérico final.

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por Pedro Vieira às 23:52

Segunda-feira, 29.10.07

biblioteca de baboseirel # 7

o evangelho segundo são mateus, de josé saramago.

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por Pedro Vieira às 23:50

Segunda-feira, 29.10.07

biblioteca de baboseirel # 7

o evangelho segundo são mateus, de josé saramago.

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por Pedro Vieira às 23:50

Domingo, 28.10.07

pela A1 acima abaixo

fim-de-semana de visita aos minhos, para controlar o obrame da casa materna com empreiteiro à distância, mais esguio que um curdo depois de deitar fogo aos sapatos de um militar turco, quem diz a um diz a duzentos e depois é o forrobodó que se vê, na turquia como no verde minho, por estes dias solarengo e prazenteiro, propício ao encher de pança entremeado com tarefas práticas e dichotes de parar o trânsito. ou mesmo a procissão, que entre minhotos há mais andores que automóveis, oratórios, cruzes, basílicas e capelas, são bentinhos, terras com nome de Alívio, por um triz seria Ai Jesus, ou Já Vos Safásteis, Caralho e lá desbastámos um monumental bacalhau à narcisa, afogado em azeite e cebola frita, eu e mana a ganharmos o nome enfarte coronário imediatamente antes do vieira, ainda foi uma sorte sermos servidos depois de o meu cunhado armar ao herege da cidade e apelidar a terra de Delírio, o deboche trazido auto-estrada acima, sorte nossa que no norte ainda não há fatwas. au contraire, há é muitas fátimas, como a minha prima, há rosas, como a minha prima, há sameirinhas, como a minha prima, há velhas chamadas mariquinhas e a há a fina flor dos motéis apelidado de Bracancun, o que esta gente se pela por um bom nome, arrebimba o malho em terra de arcebispos com o perfume da riviera maia, discrição e conforto, dizem eles, aperta-me aqui o sombrero ou a ver se entalo a frida khalo, digo eu. entre o bacalhau e o sarrabulho a meias com uma dobrada com feijão branco entrámos em rua congestionada da angelical vila verde, terra onde haverá concerteza a rua do mata-ciganos, ou a travessa do lincha-lelos, ou a praça do maldito lenine. por uma dessas devemos ter enfiado quando demos com um camião do lixo desembestado em marcha-atrás, acompanhado por um peão da câmara local a mandar-nos dar meia volta e quando enfiamos o focinho da carripana por uma perpendicular para executar a inversão de marcha deparamos com um carro da gnr, de onde sai apressado o agente a bufar 'para onde é que vai, por aí é proibido', o meu cunhado justifica-se com as exigências do moço da autarquia e o agente solta o desabafo, 'oooh, isso é uma seita do caralho', assim à boca cheia, fazendo jus ao minho como terra de confessionários, este à beira da estrada e sem cortinas, mas com avaliações deste calibre deus nos livre de uma crise institucional forças da ordem vs município, há equilíbrios no modus vivendi do país que convém não degradar, sob pena de os ciganos de oleiros andarem demasiado folgados.
no domingo faxina ligeira na dita casa work in progress, visita ao cemitério, flores na jarra, água no mármore e um limpar de fotos de gente que ainda deveríamos poder olhar nos olhos, ladeira abaixo que é como quem diz toca a descer pela auto-estrada com passagem pela terra dos fornos, a tabuleta de cantanhede/mealhada é uma espécie de saída de emergência para gulosos, carro no parque do meu homónimo dos leitões, pequena lista de inscrições e a coroa de glória da viagem aterra-me na cabeça, o homem do micro manda avançar para as mesas o senhor vieira [eu], outro fulano anónimo e o nosso [deles] amigo marco paulo, ali, ao vivo e a cores, disposto a trocar o maravilhoso coração por uma artéria entupida com molho de pimenta, vinho espumante e peles crocantes, duas mesas ao lado da minha de onde se vislumbram bem as sobrancelhas arranjadas, as quais não cusco demasiado não vá fugir-se-me o apetite e há que forrar o estômago para enfrentar o trânsito intenso da A1, sinónimo no dicionário houaiss de 'estaleiro de obras', depois a clássica fila pirilau pela segunda circular, que ao momento em entrámos na cidade exsudava bólides na direcção aeroporto-benfica, preparava-se para jogar o glorioso, e que melhor epílogo para uma catrapiscada ao país profundo do que a vista para as roulottes fumegantes e os carros empilhados em ângulos que fazem inveja ao abrir de pernas da elsa raposo. viva portugal.

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por Pedro Vieira às 23:26

Domingo, 28.10.07

pela A1 acima abaixo

fim-de-semana de visita aos minhos, para controlar o obrame da casa materna com empreiteiro à distância, mais esguio que um curdo depois de deitar fogo aos sapatos de um militar turco, quem diz a um diz a duzentos e depois é o forrobodó que se vê, na turquia como no verde minho, por estes dias solarengo e prazenteiro, propício ao encher de pança entremeado com tarefas práticas e dichotes de parar o trânsito. ou mesmo a procissão, que entre minhotos há mais andores que automóveis, oratórios, cruzes, basílicas e capelas, são bentinhos, terras com nome de Alívio, por um triz seria Ai Jesus, ou Já Vos Safásteis, Caralho e lá desbastámos um monumental bacalhau à narcisa, afogado em azeite e cebola frita, eu e mana a ganharmos o nome enfarte coronário imediatamente antes do vieira, ainda foi uma sorte sermos servidos depois de o meu cunhado armar ao herege da cidade e apelidar a terra de Delírio, o deboche trazido auto-estrada acima, sorte nossa que no norte ainda não há fatwas. au contraire, há é muitas fátimas, como a minha prima, há rosas, como a minha prima, há sameirinhas, como a minha prima, há velhas chamadas mariquinhas e a há a fina flor dos motéis apelidado de Bracancun, o que esta gente se pela por um bom nome, arrebimba o malho em terra de arcebispos com o perfume da riviera maia, discrição e conforto, dizem eles, aperta-me aqui o sombrero ou a ver se entalo a frida khalo, digo eu. entre o bacalhau e o sarrabulho a meias com uma dobrada com feijão branco entrámos em rua congestionada da angelical vila verde, terra onde haverá concerteza a rua do mata-ciganos, ou a travessa do lincha-lelos, ou a praça do maldito lenine. por uma dessas devemos ter enfiado quando demos com um camião do lixo desembestado em marcha-atrás, acompanhado por um peão da câmara local a mandar-nos dar meia volta e quando enfiamos o focinho da carripana por uma perpendicular para executar a inversão de marcha deparamos com um carro da gnr, de onde sai apressado o agente a bufar 'para onde é que vai, por aí é proibido', o meu cunhado justifica-se com as exigências do moço da autarquia e o agente solta o desabafo, 'oooh, isso é uma seita do caralho', assim à boca cheia, fazendo jus ao minho como terra de confessionários, este à beira da estrada e sem cortinas, mas com avaliações deste calibre deus nos livre de uma crise institucional forças da ordem vs município, há equilíbrios no modus vivendi do país que convém não degradar, sob pena de os ciganos de oleiros andarem demasiado folgados.
no domingo faxina ligeira na dita casa work in progress, visita ao cemitério, flores na jarra, água no mármore e um limpar de fotos de gente que ainda deveríamos poder olhar nos olhos, ladeira abaixo que é como quem diz toca a descer pela auto-estrada com passagem pela terra dos fornos, a tabuleta de cantanhede/mealhada é uma espécie de saída de emergência para gulosos, carro no parque do meu homónimo dos leitões, pequena lista de inscrições e a coroa de glória da viagem aterra-me na cabeça, o homem do micro manda avançar para as mesas o senhor vieira [eu], outro fulano anónimo e o nosso [deles] amigo marco paulo, ali, ao vivo e a cores, disposto a trocar o maravilhoso coração por uma artéria entupida com molho de pimenta, vinho espumante e peles crocantes, duas mesas ao lado da minha de onde se vislumbram bem as sobrancelhas arranjadas, as quais não cusco demasiado não vá fugir-se-me o apetite e há que forrar o estômago para enfrentar o trânsito intenso da A1, sinónimo no dicionário houaiss de 'estaleiro de obras', depois a clássica fila pirilau pela segunda circular, que ao momento em entrámos na cidade exsudava bólides na direcção aeroporto-benfica, preparava-se para jogar o glorioso, e que melhor epílogo para uma catrapiscada ao país profundo do que a vista para as roulottes fumegantes e os carros empilhados em ângulos que fazem inveja ao abrir de pernas da elsa raposo. viva portugal.

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por Pedro Vieira às 23:26

Domingo, 28.10.07

ranquingue

a escola secundária onde me fiz homem. moço, vá. não mais que um fedelho, pronto. dizia, essa escola ocupou este ano o 303º lugar no badaladíssimo ranking dos triunfadores e dos losers. poderia tentar analisar as ilações que se podem tirar de tal classificação mas não fiquei com instrução suficiente na cabeça para tal. talvez com as novas oportunidades.

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por Pedro Vieira às 23:19



pagamento de promessas para

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teologia de pacotilha (descontinuado)

professor josé cid

o meu outro salão do reino (descontinuado)

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