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e logo no covil dos pastéis, para elevar a gulodice acima dos padrões inerentes à literatura. a apresentação estará a cargo de uma moça do ramo, a Carla Maia de Almeida, pessoa a quem não devemos falar da carla matadinho.
© rabiscos vieira
sem querer forçar a nota do palavroso de circunstância digo apenas que morreu o homem que mais forjou a minha relação com a nossa língua e desse processo destaco dois momentos: a leitura da história do cerco de lisboa há uma quinzena de anos, porque a primeira de inúmeras, e o meu envolvimento com o evangelho segundo jesus cristo, o poder admirar um jesus feito homem carne suor virtudes fraquezas gente. nunca Lhe(s) agradecerei o suficiente.
ninguém pára o homem dos gravadores